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Eu preciso fazer uma pós-graduação?

Eu preciso fazer uma pós-graduação?

Essa dúvida costuma tirar o sono dos alunos de 5º ano e também dos recém-formados. Quem já se formou há algum tempo também se depara com o desejo de voltar a estudar, de se atualizar e muitas vezes não sabe como fazer uma boa escolha. 

Respondendo à pergunta que fiz no início, considero muito importante a busca por uma pós-graduação, seja qual for a área em que você decida atuar dentro da Psicologia. Quero deixar claro que não estou falando apenas sobre a clínica, embora seja minha área de atuação.

Você deve estar se perguntando por que considero tão importante investir mais tempo e dinheiro em estudos se o curso de Psicologia é tão abrangente, denso e longo. 

“5 anos são uma vida, dá pra aprender o suficiente para atuar como psicólogo, não?!” Definitivamente, não!

Os 5 anos devem, em tese, habilitar o profissional a atuar como psicólogo, dando-lhe as condições mínimas e básicas para exercer a profissão. A grade curricular dos cursos de Psicologia oferece um panorama da área como ciência e profissão, sua diversidade teórica, questões éticas, um olhar diferenciado sobre a subjetividade humana, além de noções básicas de atendimento nos principais campos de atuação (clínica, escola, organizações), entre outros.

Como disse, são noções básicas, iniciais. A base, se bem estabelecida, servirá para sustentar os conhecimentos e habilidades posteriores e mais profundos sobre a área específica em que você deseja atuar.

Não se trata de uma obrigatoriedade, de uma exigência. Qualquer pessoa que receba um diploma de psicólogo e esteja devidamente registrado no CRP pode atuar como psicólogo. Mas, do ponto de vista do comprometimento com a profissão e com a população à qual você se dedica em seu trabalho, é fundamental aprofundar-se nos estudos e manter-se atualizado, sempre. 

O problema é que muitas vezes nos acomodamos, achamos que o que sabemos é suficiente e dá conta de explicar a realidade que vivenciamos. 

Perdemos aquele olhar curioso de criança, que também é o olhar do cientista, questionador, atento à realidade e ansioso por respostas e novas descobertas e novas perguntas. 

Não estou dizendo que todos devem se tornar pesquisadores, mas acho fundamental que teoria e prática caminhem e evoluam lado a lado. Afinal, a Psicologia é ao mesmo tempo uma ciência e uma profissão, o que significa que a prática psicológica é baseada na ciência psicológica. Sendo assim, se você não se atualizar em relação à produção científica e às questões atuais da Psicologia, sua atuação profissional se tornará ultrapassada e defasada.

Uma das formas de se atualizar e se aprofundar numa determinada área é ingressar numa pós-graduação, seja lato sensu ou stricto sensu

Antes de falar sobre essa diferença, esclareço um ponto importante:

Muita gente se confunde e chama qualquer curso de “pós-graduação” simplesmente porque está cursando depois de formado. Mas o fato de você ingressar num curso depois de ter seu diploma de psicólogo em mãos não significa que se trata de uma pós-graduação. Explico: cursos de pós-graduação realmente exigem que o ingressante seja portador de diploma de curso superior, mas existem outras características que lhe permitem usar este nome. 

Na Psicologia, é muito comum vermos ofertas de cursos com diversos nomes: formação, aperfeiçoamento, especialização, mestrado, etc.

Mas, de acordo com as diretrizes do MEC, podemos agrupá-los em duas modalidades: cursos de extensão universitária e cursos de pós-graduação. 

Cursos de extensão ou de formação, por exemplo, podem ser feitos antes de se obter um diploma de curso superior e não são considerados pós-graduação. Esta, como o próprio nome diz, é uma modalidade de curso que se faz depois de formado. Ou seja, tem como requisito básico que você já seja graduado para se tornar pós-graduando. 

Qual é o melhor momento? Como escolher o curso certo para mim?

Não existe um momento certo para fazer uma pós. Tudo dependerá de suas necessidades e objetivos para sua carreira. O ideal é que você nunca interrompa os estudos, isso não quer dizer que você precisa, necessariamente, engatar uma pós-graduação imediatamente após obter seu diploma de psicólogo.

Existem diversas opções como grupos de estudo, cursos de formação, supervisão, além da pós-graduação nas modalidades lato sensu e stricto sensu.

Qual a diferença entre pós-graduação lato sensu e stricto sensu?

Pós-graduações lato sensu são os cursos de especialização, enquanto os cursos stricto sensu compreendem os programas de mestrado e doutorado. 

Pós-graduação lato sensu ou especialização

Os cursos de especialização só podem ser oferecidos por instituições de ensino superior já credenciadas pelo MEC e em áreas que possuam competência para tal. Ou seja, as instituições de ensino superior (faculdades, centros universitários e universidades) são as únicas autorizadas pelo MEC a oferecer cursos de pós-graduação lato sensu, seja nas modalidades presencial ou a distância (EAD). 

Sendo assim, cursos de formação em abordagens teóricas da Psicologia ministrados em Institutos de Psicologia não vinculados a uma instituição de ensino não possuem validade de uma pós-graduação.

Para se matricular em um curso de pós-graduação, é necessário que você seja portador de diploma de curso superior. O MEC apresenta uma série de exigências previstas em lei para que um curso de especialização seja ofertado por uma instituição, como:

  • possuir no mínimo 50% de mestres ou doutores no quadro de professores;
  • carga horária mínima de 360 horas;
  • exigência de elaboração de uma monografia ou trabalho de conclusão de curso, e frequência mínima de 75% para que o aluno conclua o curso;

Na prática, cursos denominados residência, especialização, MBA são considerados cursos de pós-graduação Lato Sensu.

Para o CFP, no entanto, é possível que você se torne um especialista ainda que não tenha frequentado um curso de especialização reconhecido pelo MEC.

Isso porque o CFP também oferecia credenciamento de cursos de especialização. Sim, uma baita confusão, mas o fato é que se você obtém um diploma de especialista em um curso credenciado pelo MEC, automaticamente o CFP reconhece seu título, ainda que o curso não esteja credenciado no CFP. Mas, além disso, existe a possibilidade de se tornar especialista (pelo CFP) se você frequentar um curso credenciado pelo órgão ou, ainda, se for aprovado em um concurso de título de especialista. 

Esses concursos são realizados anualmente pelo CFP, mas para obter o título é necessário, além da aprovação no concurso, a comprovação de no mínimo dois anos de experiência na área. 

Sendo assim, para utilizar um desses termos, você precisa ter o título, por isso não pode sair dizendo por aí que é psicólogo clínico só porque tem um consultório. Mesmo que você tenha 30 anos de atuação nesse ramo. 

Segundo informações retiradas do site do CFP:

O Título Profissional de Especialista em Psicologia, embora não constitua condição obrigatória para exercício profissional, atesta o reconhecimento da atuação da psicóloga ou do psicólogo à determinada área da especialidade, qualificando a formação do profissional.

O assunto e suas especificidades são regulamentados pela Resolução CFP nº 013/2007.

As especialidades concedidas atualmente são as seguintes:

– Psicologia Escolar/Educacional;
– Psicologia Organizacional e do Trabalho;
– Psicologia de Trânsito;
– Psicologia Jurídica;
– Psicologia do Esporte;
– Psicologia Clínica;
– Psicologia Hospitalar;
– Psicopedagogia;
– Psicomotricidade;
– Psicologia Social;
– Neuropsicologia.

E as pós-graduações Stricto Sensu?

Como já mencionei, são consideradas pós-graduações Stricto Sensu os cursos de mestrado e doutorado oferecidos em programas de pós-graduação vinculados a universidades. 

Mestrados e doutorados visam à formação acadêmica, isto é, são as etapas necessárias para formação de um pesquisador. Isso não significa que você, necessariamente, precisa tornar-se professor ou pesquisador se optar por fazer um mestrado. Existem inúmeros aprendizados nesse tipo de curso que fazem toda a diferença em nossa vida profissional, como a precisão, a visão científica, a capacidade analítica, além de aprender a sistematizar seu trabalho, etc.

Mas, como disse, os programas de pós-graduação stricto sensu são estruturados com o intuito de formar docentes e pesquisadores. 

Diferentemente dos cursos de especialização, os programas de pós-graduação recebem uma avaliação rigorosa da CAPES, uma fundação vinculada ao MEC, que atesta a qualidade destes programas. Essa nota varia de 1 a 7, sendo que um programa nota 1 ou 2 é considerado fraco e perde a sua credencial,  enquanto os de nota 6 e 7 apresentam excelência de nível internacional. 

Em termos práticos, o ingresso em um programa de pós-graduação acontece por meio de editais públicos. Os candidatos precisam passar por um processo seletivo rigoroso que inclui análise de currículo, elaboração de pré-projeto, prova escrita, prova de língua estrangeira e entrevista. Uma vez selecionado, o aluno precisa cumprir créditos, cursando disciplinas obrigatórias, além de realizar uma pesquisa sob orientação de um pesquisador do programa, passando por um exame de qualificação e, por fim, pelo exame de defesa de dissertação ou tese. O período de duração de um mestrado é de em média 2 anos, e o doutorado, 4 anos.

Durante o curso, o aluno precisa escrever uma dissertação, no caso do mestrado, ou tese, no caso de um doutorado. Trata-se de um processo que exige muito intelectual e emocionalmente do pós-graduando justamente por conta do rigor dos programas e da produção científica, além de toda a burocracia existente nas instituições. 

Os cursos, quando realizados em universidades privadas, possuem um custo bastante elevado. 

Mas há uma salvação: as famosas bolsas

Você já deve ter ouvido falar que alunos de pós-graduação podem ser remunerados para realizarem as atividades de pesquisa. Nem sempre isso ocorre, pois temos algumas modalidades de bolsa.

De modo geral, quanto maior a qualidade de um programa de pós, mais fomento ele recebe. Sendo assim, um programa nota 6, por exemplo, dispõe de maiores recursos do governo para desempenhar suas atividades, o que inclui laboratórios e bibliotecas melhores, maior oferta de bolsas, etc. 

Se você ingressar em um programa muito bom, é provável que não terá de pagar para realizar seu mestrado ou doutorado. As agências de fomento como CAPES, CNPq e FAPESP, concedem um número de bolsas aos programas, que as distribuem entre os alunos selecionados de acordo com os critérios institucionais. 

Existe a possibilidade de você receber bolsa integral, por exemplo, ou seja, não pagar pelo curso e ainda ser remunerado para isso, desde que se dedique exclusivamente a essa atividade e não tenha vínculo empregatício. O valor atual da bolsa CNPq é de R$ 1.500,00 para mestrandos e R$2.200,00 para doutorandos. 

Outra possibilidade é ser contemplado com uma bolsa que isente você do pagamento das mensalidades à universidade, mas não remunera o aluno para exercer atividades de pesquisa. Nesse caso, você não precisa dedicar-se exclusivamente ao mestrado ou doutorado e pode ter vínculo empregatício. Assim você pode responder feliz à pergunta “Você trabalha ou só faz mestrado/doutorado?”.

Enfim, já deu para notar que a pós-graduação stricto sensu é muito diferente da lato sensu. Mas, caso você ainda esteja confuso, elaborei um quadro comparativo que ajuda bastante a visualizar as principais diferenças entre elas:

Lato SensuStricto Sensu
Especialização, MBA, ResidênciaMestrado e Doutorado
Concede título de EspecialistaConcede titulação de Mestre ou Doutor 
Exige a confecção de uma monografia ou TCCExige a escrita e defesa pública de uma dissertação (mestrado) ou tese (doutorado) diante de uma banca avaliadora composta por outros pesquisadores
Não exige publicações, embora incentiveExige a publicação de ao menos um artigo científico
Os cursos são oferecidos em instituições de ensino superior credenciadas pelo MEC, que possuem autonomia para criar cursos sem a necessidade de autorização específica do MECOs cursos são oferecidos por Universidades em programas de pós-graduação avaliados pela CAPES
Possuem menor grau de exigência, têm menor pontuação no currículo Lattes e em concursos públicosPor apresentarem maior grau de exigência, são mais valorizados no currículo, gerando maior pontuação
Exige a realização de uma monografia ou trabalho de conclusão de curso (TCC), mas não se trata de uma pesquisa científica.Exige a realização de uma pesquisa científica, seja ela teórica ou empírica, de modo que o mestrado é o primeiro passo na jornada da construção da carreira de um pesquisador. 
Especialistas podem ministrar aulas, embora a oferta de vagas para professores sem mestrado esteja diminuindo com o passar do tempo. São mais valorizados por instituições educacionais nos processos seletivos de professores. 
O salário também costuma ser menor para especialistas.Quanto maior a titulação, mais alto o salário, o que coloca doutores em desvantagem em alguns processos seletivos. 

E agora, como decidir se devo optar por uma especialização ou por um mestrado? 

É preciso saber para que serve cada uma das modalidades de pós-graduação, para aí sim optar por uma e não outra, ou por ambas. 

Geralmente o aluno se forma e já inicia uma pós-graduação sem saber o motivo de estar trilhando este caminho. E, como disse o coelho para Alice, “se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”. Agora, se você sabe aonde quer chegar, seus passos devem refletir o percurso até o destino final tão desejado.

Se você quer fazer uma especialização “porque tem que fazer”, reveja seus conceitos, pense um pouco mais a respeito, pois as chances de acabar desperdiçando tempo e dinheiro são grandes. E depois não adianta sair por aí resmungando que ninguém contrata você ou que não tem pacientes, mesmo sendo especialista em determinado assunto. Se a sua especialização é mais uma tentativa de autoafirmação, não adianta, ela não servirá para muita coisa. O mesmo caso acontece com o mestrado e com o doutorado. Muita gente tem como principal motivador o sonho de ser chamado de doutor.

Seus estudos devem servir para o seu crescimento profissional, do ponto de vista do marketing e do empreendedorismo, seu conhecimento deve servir para aliviar a dor ou para ajudar alguém a realizar um sonho. Do ponto de vista acadêmico, seus estudos devem servir a uma compreensão cada vez maior e melhor, mais profunda sobre determinado assunto, o que ajuda na evolução científica e também nos resultados práticos. Quem disse que a ciência e que pesquisadores são seres distantes da sociedade? A ciência deve servir justamente para melhorar a vida em sociedade.

Pois bem, quero dizer que o primeiro passo é ter a consciência da serventia e utilidade da pós-graduação que você irá cursar.

Além disso, com base nas informações que você já obteve até aqui, está claro que, se você tem interesse em seguir carreira acadêmica, você precisa cursar mestrado e doutorado.

Então vamos aos próximos passos…

  1. Se deseja prestar um processo seletivo, você precisa de um currículo. 

Mas não um currículo vitae, feito em Word, e sim um Currículo Lattes. Trata-se de um currículo específico para a área acadêmica, cujo preenchimento é feito online por meio da plataforma Lattes, no site do CNPq. 

Confesso que a tarefa é bastante chata. Para dizer a verdade, acho que ninguém sabe exatamente como preencher o Lattes, cada um faz de um jeito. Não vou me arriscar a dizer como criar e preencher um Lattes porque isso daria um texto, mas você pode pedir ajuda a pessoas que já criaram o seu e quebraram a cabeça para aprender mexer na plataforma, além de consultar o dr. Google.

Basicamente, você deverá inserir toda a sua formação acadêmica nesse currículo, o que inclui a graduação, cursos de extensão ou pós-graduação, produção acadêmica, participação em grupos de pesquisa, etc. 

Lembre-se que é um documento, tudo que você colocar lá terá de ser comprovado. Como? Você precisa guardar todos os seus diplomas e certificados. Deu uma palestra? Atualize o Lattes e guarde o comprovante. Fez um curso, idem. Geralmente, nos processos seletivos pedem a comprovação dos últimos 5 ou 3 anos de produção. Na dúvida, xeroque tudo que tiver de documentação recente; na pior das hipóteses você terá algumas folhas para rascunho, pois irão devolver o que for desnecessário. 

  1. Recheie seu currículo

Vá a congressos, escreva artigos e capítulos de livros, frequente palestras, faça cursos. São atividades que pontuam no Lattes. 

Nos processos seletivos, cada item recebe uma pontuação. Lembre-se de que os processos seletivos são rigorosos e exigem qualificação. Se seu currículo não tiver boa pontuação, suas chances de entrar diminuem. Além disso, você terá concorrentes cujo currículo você desconhece.

  1. Pense sobre o que você gostaria de estudar, pesquisar e conheça os programas existentes

Ok, você sabe que quer fazer mestrado, mas não sabe onde. Para tomar essa decisão, precisa pensar em coisas do tipo: o que eu gostaria de pesquisar? Qual a minha área de interesse? Você não precisa, necessariamente, fazer mestrado em sua área de formação, pode fazer em outra que tenha alguma relação com ela. Por exemplo, existem médicos que fazem mestrado em Psicologia. Você, como psicólogo, pode fazer mestrado não apenas em Psicologia, mas em saúde pública, saúde mental, Filosofia, Letras, etc. 

De qualquer forma, é necessário que saiba qual é sua área de interesse para aí sim pesquisar quais os programas de pós contam com uma linha de pesquisa que interessa a você. Se você tem interesse em psicologia clínica na abordagem psicanalítica, por exemplo, precisará filtrar quais são os grupos de pesquisa que se dedicam a pesquisá-la.

Uma vez que você realizou esse filtro, é hora de analisar suas possibilidades, levando em conta sua disponibilidade em se deslocar (às vezes para outro estado), nível de excelência de cada programa, além dos orientadores. 

  1. Entre em contato com os possíveis orientadores 

Quanto mais informações sobre o grupo de pesquisa, melhor. Ajuda muito se você fizer contato com os possíveis orientadores. É mais seguro para ambas as partes conhecer a quem você estará confiando seu trabalho. O orientador precisa confiar no aluno e fazê-lo produzir, e o aluno precisa de um orientador que dê suporte, oriente de verdade. Se o orientador sentir que o aluno não está preparado para assumir a vaga, ele não será aprovado. 

Por outro lado, se você demonstra interesse e competência, se familiariza com o grupo e com suas produções científicas, ficará mais evidente para você se o rumo que deseja é realmente esse e, consequentemente, o processo seletivo pode se tornar menos penoso. 

  1. Escreva um pré-projeto, dê sequência nas etapas do processo e boa sorte!

Hora de resgatar as aulas de metodologia de pesquisa! Você precisa mostrar que sabe elaborar um projeto, e que ele possui relevância científica. É preciso saber articular seu interesse com a vaga que está pleiteando. 

Um site que ajuda muito com informações úteis e confiáveis sobre a pós-graduação é o Pós-graduando, para o qual já colaborei como colunista. Antes de entrar para o time, ele foi uma fonte segura de informação que me salvou em vários momentos de dúvida e desespero. Lá você encontra uma ajuda enorme, com textos explicativos, tutoriais, além de muito humor; vale a pena conferir!

Enfim, informe-se sobre todo o processo seletivo pelo site da instituição, fique atento à documentação, às datas e converse com ex-alunos para saber um pouco mais sobre o processo; isso ajuda muito a aliviar a ansiedade. Se você se preparou e considerou a importância de cada etapa, suas chances de sucesso são grandes. Lembre-se de relaxar e boa sorte! =)

Lista de sites úteis:

http://site.cfp.org.br/servicos/titulo-de-especialista/

http://portal.mec.gov.br/pos-graduacao

http://www.brasil.gov.br/educacao/2011/02/extensao

http://posgraduando.com

Todos os interessados em curso de especialização em nível de pós-graduação devem pesquisar as instituições de ensino superior credenciadas da sua região. Existe um portal que oferece informações sobre as instituições de educação superior credenciadas e os cursos superiores autorizados: http://emec.mec.gov.br. Todas as instituições de ensino superior credenciadas que constam desse cadastro podem também oferecer cursos de especialização para os já graduados, sem prévia autorização nem posterior reconhecimento, nas áreas em que atuam no ensino de graduação. – retirado do site do MEC

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